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  1. Telma Honorato disse:

    Boa tarde!
    Obrigada por compartilhar sua experiência conosco, Fernanda!
    Já atendi aluno com características semelhantes a esse que mencionou, na ocasião estudei também sobre Asperger, que é um tipo mais brando de autismo. É um imenso desafio, mas o resultado é bastante gratificante!
    Boa sorte!

  2. Flora Santos disse:

    Durante a minha pós graduação pude perceber que adquirimos apenas conhecimento científico e diretrizes. As formações e oficinas( cursos complementares) são que trazem subsídios para desenvolver o trabalho em sala de aula, principalmente com aqueles que possuem alguma deficiência. E agora depois da família Itard estou me sentindo repleta de bagagens para trabalhar com os meus alunos com deficiência.

  3. Flora Santos disse:

    Durante a minha pós graduação pude perceber que adquirimos apenas conhecimento científico e diretrizes. As formações e oficinas é que trazem subsídios para desenvolver o trabalho em sala de aula, principalmente com aqueles que possuem alguma deficiência. E agora depois da família Itard estou me sentindo repleta de bagagens para trabalhar com os meus alunos com deficiência.

  4. Helena Costa de Jesus. disse:

    SOBRE O EPISÓDIO 1 DA SÉRIE ENCONTRO COM AS JORNADEIRAS.
    PARA FERNANDA, UMA PEQUENA SUGESTÃO.
    COMO ESTAMOS EM TEMPOS DE AFASTAMENTO SOCIAL, ELA PODERIA TRABALHAR PARA DESENVOLVER LINGUAGEM ( COMUNICAÇÃO) ENVIAR VIDEOZINHOS EDUCATIVOS
    QUE PODE SER EM FORMA DE MUSICAS PARA A CRIANÇA CANTAR JUNTO OU DE SONS PAR A CRIANÇA FALAR DE QUE É O SOM.
    E PEDIR PARA A MÃE APLICAR EM FORMA DE MOMENTO DE BRINCADEIRA.
    E DEPOIS FALAR PARA ELA, A EVOLUÇÃO DO ESTUDANTE NESTA ATIVIDADE.

  5. Lucinete Ferreira dos Santos disse:

    Bom dia,muito legal esse compartilhamento dessa experiência dessa criança autista,rapaz dicas valiosas…Incrível como eu consigo entender essa realidade.Está muito complicado trabalhar nessa época de pandemia mesmo pelo celular,porém com esse apoio facilita viu.Eu tive um estágio em sala de AEE,e digo a vocês,neste momento passa um filme daquela realidade,chego a me questionar como eu poderia facilitar mais a vida de cada criança que eu vi e tive contato ali durante aquele período ? Até porque como mãe também me faço essas perguntas referente a meus filhos,a exemplo de professor Leandro, essas crianças especiais tem o poder de sensibilizar muitos de nós,tenho contato com alguns no meu emprego,vira e mexe aparece um surdo-mudo,ou um deficiente visual ou da parte motora, ou hiper ativo ou síndrome de down, eu trabalho em hospital, e confesso que esse aprendizado me ajuda lá também, porque se adquire uma postura de não ter medo de se aproximar deles ou de tentar uma interação,entendem ? o comentário da colegas aí acima também são muito bacana mesmo.

  6. Luciana Hora disse:

    Interessante. Também estou com dificuldade na comunicação com a mãe que ajuda seu filho com deficiência nas atividades que envio. Parece que ela ou outra pessoa faz as atividades em vez do meu aluno. Vou interagir mais com a mãe fazendo perguntas especificas.

  7. Elizângela disse:

    Leandro essa live foi muito interessante!! Muitas coisas que a Fernanda relatou parece com meu filho, ele tem 4 anos e em agosto faz 5 anos, ele adora trens, carros e não está tendo aula presencial e sim, aulas gravadas, optei em ajudá-lo por conta própria porque as aulas gravadas não estavam ajudando muito, ele não assistia as aulas não interessou com nada que foi gravado, e ele teve pouquíssimo tempo para aprender algo nas aulas presenciais, hoje já conhece quase todas as letras do alfabeto, as cores ele aprendeu antes de entrar na escola e percebo a facilidade que ele tem em aprender mas, tem que trabalhar com uma metodologia diferenciada, o papel e vídeo aula não funciona, ele gosta muito de historinhas, letrinhas caindo na água, as histórias também preciso adaptar quando estou lendo para ele, eu faço a troca dos nomes dos personagens colocando o nome dele e dos coleguinhas aí sim, ele começa a interagir e prestar atenção e no final da história eu faço perguntas básicas para ver se ele entendeu e é nítido que ele desconcentra facilmente com qualquer coisa. Eu gostaria de deixar uma dica para Fernanda, ela poderia orientar a mãe do aluno a perguntar se ele gostou da história e se ele não conseguir ou não quiser contar a história pedir a ela para direcioná- lo com perguntas do tipo: quem é o personagem, ele foi fazer o que? E aí vai… O meu problema é fazer ele escrever.

    • Letícia (Equipe Família Itard) disse:

      Olá, Elizângela!
      Agradecemos imensamente a sua contribuição nos contando sua experiência com seu filho!
      Agradecemos também pela sua sugestão enviada para a Fernanda, com certeza irá ajudá-la!
      Parabéns pela participação no processo educacional do seu filho! Desejamos muito sucesso pra vocês, que todas as barreiras sejam vencidas! 😍

  8. Jeane Marques disse:

    Leandro o relato que a Fernanda fez referente ao educando foi muito importante, pena que ela não teve muito contato com ele, mas eu tenho certeza que ela vai adquiri muito conhecimentos com suas orientações. Abraço virtual e inclusivo!!!

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